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A Seleção Brasileira viveu um verdadeiro pesadelo na Copa do Mundo realizada em território norte-americano. Após a eliminação prematura para a Noruega nas oitavas de final, o Brasil terminou em 11º lugar geral na competição — um resultado que dói no coração de qualquer torcedor verde-amarelo.
Este é o segundo pior desempenho da história da seleção em 23 participações em Copas do Mundo. O único momento mais sombrio foi em 1934, quando o Brasil amargou uma humilhante 14ª colocação após ser derrotado já na estreia, diante da Espanha.
Curiosamente, a campanha de agora iguala exatamente a posição conquistada em 1966, quando o Brasil caiu ainda na fase de grupos. Na ocasião, o torneio contava com apenas 16 seleções, diferente dos formatos posteriores. As posições foram estabelecidas conforme os critérios tradicionais de desempate: saldo de gols, gols marcados, cartões e ranking da Fifa.
O fracasso sob o comando de Carlo Ancelotti representa uma frustração adicional. Após chegar como um treinador experiente e com grande currículo europeu, o técnico italiano não conseguiu extrair o melhor de um elenco repleto de estrelas. A combinação de falta de entrosamento, decisões táticas questionáveis e até mesmo alguma dose de azar consolidaram este que é um dos piores resultados recentes da seleção.
Para contexto, desde 1970 o Brasil não saía tão cedo de uma Copa do Mundo. A tradição de excelência que marcou décadas da seleção brasileira parece cada vez mais distante. Os torcedores, acostumados com títulos e boas campanhas, agora precisam encarar uma realidade dura: o Brasil precisa de reconstrução urgente e profunda.
O caminho para a próxima Copa será longo e cheio de reflexões sobre o que deu errado nesta edição que deveria ser de redenção para o futebol nacional.
Fonte: Bolavip Brasil
