Foto: Julio Cardoso / Pexels
O árbitro de vídeo brasileiro Rodolpho Toski protagonizou um dos momentos mais controversos da Copa do Mundo 2022 ao recomendar a revisão de um lance que definiu o destino de Bélgica e Senegal. Na segunda fase do torneio, disputada nesta quarta-feira (1º), os belgas levaram a melhor com vitória por 3 a 2 e avançaram às oitavas de final, mas não sem deixar polêmica no caminho.
O episódio aconteceu já nos minutos finais da prorrogação. Aos 12 minutos do segundo tempo extra, um cruzamento na área senegalesa resultou em um carrinho de Camara em Youri Tielemans. O jogador belga caiu imediatamente pedindo penalidade máxima, mas o árbitro hondurenho Said Martínez decidiu deixar o jogo seguir, não vendo infração na jogada.
Foi quando Rodolpho Toski entrou em cena. O profissional brasileiro, responsável pelo monitoramento do VAR na partida, recomendou que o árbitro revisasse o lance pelo monitor. After analisar as imagens repetidas vezes, Said Martínez mudou completamente de ideia e marcou o pênalti. Tielemans foi para a cobrança, converteu e carimbou a classificação belga.
A decisão acendeu o pavio das discussões nos estúdios e redes sociais. Torcedores e especialistas divergiram sobre a interpretação do contato entre os jogadores. Enquanto alguns defendem que houve sim penalidade clara, outros apontam que o árbitro de campo tinha razão em deixar prosseguir, vendo apenas uma disputa normal de bola.
O trabalho de Rodolpho Toski representa exatamente o propósito do VAR: revisar lances duvidosos que possam impactar no resultado. Mesmo gerando controvérsia, a tecnologia funcionou como deveria ao questionar a decisão inicial. Seja polêmica ou não, essa é a realidade do futebol moderno.
Fonte: Bolavip Brasil
