Foto: Franco Monsalvo / Pexels
A África do Sul mostrou seu futebol, mas o Canadá foi mais prático. Neste domingo (28), no SoFi Stadium, em Inglewood, os Canucks conquistaram um feito inédito ao avançarem para as oitavas de final da Copa do Mundo, derrotando os Bafana Bafana por 1 a 0. Foi um triunfo suado, mas legítimo, de uma seleção que nunca havia passado da fase de grupos em Copas anteriores.
O confronto colocou frente a frente dois gigantes africanos e um jovem gigante norte-americano que seguem colhendo os frutos de investimentos em suas estruturas. Hugo Broos montou um time que buscava dominar a posse de bola, com toques fluidos e construção ofensiva característica. Os sul-africanos tiveram muito mais da bola durante os 90 minutos e impressionaram com sua criatividade no meio-campo.
Porém, no futebol, quem faz gols avança. Jesse Marsch, técnico canadense, preparou sua equipe para ser letal nas oportunidades que surgissem. Enquanto a África do Sul desperdiçava chances e criava jogo bonito mas pouco efetivo, o Canadá atacava com precisão e objetividade. Um único gol foi o suficiente para definir a classificação histórica dos Canucks.
O desempenho dos sul-africanos, aliás, reforça a qualidade do futebol produzido pela Mamelodi Sundowns, confirmado na recente participação no Mundial de Clubes de 2025. A escola tática está lá, as ideias circulam, mas faltou frieza na conclusão das jogadas. Esse é o grande aprendizado que Hugo Broos levará para casa.
Com isso, o Canadá escreve uma nova página em sua história na maior competição do planeta. Nunca antes havia avançado tão longe, e agora terá a chance de continuar sonhando grande nas oitavas. Um resultado que comprova que nem sempre o melhor jogo garante o melhor resultado.
Fonte: Trivela
