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A tristeza é praticamente uma companheira constante da seleção iraniana nas Copas do Mundo. E não é para menos. Analisando o histórico recente do futebol persa, fica claro por que muitos apontam o Irã como uma das seleções mais azaradas da competição mundial.
Desde suas participações mais recentes, o time sempre enfrentou obstáculos desproporcionais. Seja por calendário desfavorável, sorteios complicados ou simplesmente falta de sorte nos momentos decisivos, a história da seleção iraniana em Copas é marcada por frustrações que vão além do esperado.
A expectativa por um desempenho que justifique o talento disponível nunca se concretiza. Enquanto outras seleções com orçamentos similares conseguem avançar ou ao menos criar momentos memoráveis, o Irã constantemente fica à margem das histórias inspiradoras que uma Copa costuma produzir.
O que torna a situação ainda mais intrigante é que não se trata apenas de falta de qualidade técnica. O futebol iraniano tem produzido bons jogadores e exibições respeitáveis. O problema parece ser uma combinação de fatores: desde questões estruturais do futebol do país até uma sequência persistente de resultados que nunca conversam a favor.
Para esta edição da Copa do Mundo de 2026, a pergunta que permeia os corações dos torcedores iranianos é se finalmente o ciclo de azar pode ser quebrado. Será que desta vez os deuses do futebol sorriram para a Pérsia? Ou continuaremos vendo a seleção lutar contra uma maldição que parece tão real quanto invisível?
A história dos grandes torneios está cheia de surpresas. Talvez seja hora do Irã escrever seu próprio final diferente.
Fonte: Folha Esporte
