Foto: Meshack Emmanuel Kazanshyi / Pexels
A expansão da Copa do Mundo para 48 seleções abriu portas nunca antes vistas para o continente africano. Na edição de 2026, a África terá sua maior representação na fase de mata-mata da história do torneio, com incríveis nove equipes avançando para os 16 avos de final.
Das dez seleções africanas que disputaram a fase de grupos, apenas a Tunísia ficou pelo caminho após um desempenho desastroso, perdendo todas as suas partidas e terminando na última posição do Grupo F. Já Argélia, Cabo Verde, Costa do Marfim, Egito, Gana, Marrocos, República Democrática do Congo, Senegal e África do Sul garantiram seus lugares entre os 16 melhores.
O padrão de desempenho revela a força das equipes africanas: a maioria avançou como segunda colocada de seus grupos, demonstrando competência mesmo sem vencer suas chaves. Apenas Argélia, RD Congo, Gana e Senegal conquistaram vagas entre os oito melhores terceiros colocados, um feito respeitável considerando a qualidade dos adversários.
A grande surpresa da competição é, sem dúvida, Cabo Verde. A pequena ilha atlântica não apenas se classificou, como eliminou ninguém menos que o Uruguai, bicampeão mundial. Agora, o país enfrentará um desafio monumental: encarar a Argentina de Lionel Messi nas oitavas de final.
Este resultado histórico reflete o crescimento do futebol africano nos últimos anos, com seleções cada vez mais competitivas e bem estruturadas. A presença massiva de equipes do continente na próxima fase promete emoções e pode reescrever a história do torneio.
Com Marrocos e Senegal entre os favoritos, e a sempre respeitável Costa do Marfim na disputa, a África certamente deixará sua marca em 2026.
Fonte: Gazeta Esportiva
