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A Coreia do Sul recebeu a notícia que sinalizava o inevitável: Hong Myung-bo pediu demissão neste domingo do cargo de técnico da seleção, após o fracasso humilhante na primeira fase da Copa do Mundo de 2026. O ex-capitão de 57 anos, cercado de críticas constantes, não resistiu à pressão e decidiu deixar o comando da equipe asiática.
O cenário era desesperador. Com apenas três pontos conquistados no Grupo A, a Coreia do Sul não conseguiu fazer um bom papel no torneio. Apesar da vitória sobre a República Tcheca (2 a 1) na estreia, que inicialmente acendeu esperanças, o time foi derrotado consecutivamente por México e África do Sul, ambas por 1 a 0. Os resultados insuficientes fecharam a porta para o avanço rumo aos 16-avos de final, mesmo como uma das oito melhores terceiras colocadas.
Esta era a segunda passagem de Hong Myung-bo à frente da seleção sul-coreana, e novamente ele não conseguiu entregar o esperado. A frustração acumulada, tanto da imprensa quanto da torcida, corroeu a confiança no trabalho do treinador, que decidiu assumir a responsabilidade pelo desempenho medíocre e pedir sua saída do cargo.
A situação reflete um momento turbulento para o futebol sul-coreano, que historicamente busca protagonismo nas competições internacionais. Agora, o país asiático precisará encontrar um novo líder que consiga reconstruir a equipe e restaurar o prestígio abalado após este fiasco na Copa do Mundo.
A demissão de Hong Myung-bo marca o encerramento de uma era que não deixará boas memórias na história recente da seleção, deixando em aberto a busca por um técnico que consiga devolver competitividade ao futebol coreano.
Fonte: Gazeta Esportiva
