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A Argentina não pisou no freio em Arlington. Já garantida na próxima fase da Copa do Mundo 2026, a Albiceleste aproveitou o último jogo do Grupo J para poupar seus principais nomes e, mesmo assim, desfilar em campo contra a Jordânia. O placar de 3 a 1 deixou claro: independentemente de quem esteja em campo, a marca registrada de Lionel Scaloni segue intacta.
Com nada menos que nove reservas escalados entre os titulares, apenas Emiliano Martínez na meta e Lautaro Martínez na frente mantiveram suas posições no time. Um rodízio estratégico que poderia prejudicar o desempenho, mas não foi o que se viu. Giovanni Lo Celso abriu o placar em cobrança de falta ainda no primeiro tempo, enquanto Lautaro ampliou a vantagem convertendo pênalti sofrido por Marco Senesi.
Se há algo que merece destaque especial, é a atuação de Lionel Messi. O veterano argentino, mesmo em uma partida onde sua equipe poderia relaxar, não apenas continuou decidindo, mas escreveu mais um capítulo em sua legenda pessoal. Aos 45 minutos do segundo tempo, Messi marcou em nova cobrança de falta e chegou ao sexto gol neste Mundial – o 19º de sua carreira em Copas do Mundo. Com esse gol, o craque atingiu um recorde impressionante: sete Mundiais consecutivos marcando.
Mousa Tamari descontou para os asiáticos e evitou que a derrota fosse mais pesada, mas pouco importou no contexto geral da partida. O que realmente importou foi o recado deixado pela Argentina: a filosofia de jogo estabelecida por Scaloni desde 2018 não depende apenas de seus craques. O sistema funciona, a identidade ofensiva está consolidada e, quando o time titular voltar à campo nas fases posteriores, a máquina argentina seguirá rodando com eficiência.
Com essa vitória, a Albiceleste se posiciona como uma das principais favoritas ao título, mantendo vivo o sonho de bicampeão mundial.
Fonte: Trivela
