Foto: Franco Monsalvo / Pexels
A Argentina chega à Copa do Mundo 2026 com status de grande candidata ao título. Afinal, a seleção campeã em 2022 não é qualquer equipe. Com Messi em seu melhor momento ofensivo — o craque já marcou cinco gols na competição — os argentinos têm tudo para levantar a taça novamente em 19 de julho, no MetLife Stadium, nos Estados Unidos.
O que mais impressiona é o caminho praticamente desenhado para os homens de Scaloni. Matematicamente classificada em primeiro lugar no Grupo J, a Argentina pode até poupar suas estrelas nos últimos compromissos da fase de grupos. É exatamente isso que deve ocorrer no sábado contra a Jordânia: Messi começará no banco, poupado para os confrontos decisivos.
E aqui está o ponto crucial: nos mata-matas, a seleção argentina terá adversários significativamente mais fracos até a semifinal. Na segunda fase, a surpresa Cabo Verde — sim, aquela pequena nação insular que raramente figura em Mundiais — ganhou destaque ao se classificar em segundo lugar do Grupo H, deixando atrás ninguém menos que Uruguai e Arábia Saudita.
Esse cenário revela muito sobre o atual formato da Copa do Mundo. A Argentina, como favorita, praticamente herdou um caminho de menor resistência até às semis. Enquanto isso, outros gigantes podem cruzar com adversários muito mais perigosos em suas chaves. É o resultado direto do sorteio e da fase de grupos — nem sempre justo, mas assim funciona o futebol internacional.
Claro que o favoritismo no papel não garante títulos. O futebol provou inúmeras vezes que surpresas acontecem. Mas a verdade é que a Argentina sai na frente: tem seus principais atletas em excelente forma, conhece bem o caminho e pode gerenciar forças com tranquilidade até os momentos mais decisivos.
Será que Messi e companhia conseguem repetir o sucesso de 2022? Os próximos confrontos darão as respostas.
Fonte: Trivela
