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A jornada de Gustavo Caballero na Copa do Mundo 2026 é um reflexo amargo do que significa estar longe das oportunidades. O jovem atacante de 24 anos, que pertence ao Santos mas está emprestado ao Portsmouth da Championship inglesa, chegou ao torneio como integrante do elenco paraguaio, mas terminou a fase de grupos sem pisar um único minuto em campo.
Durante os três jogos da seleção guarani na competição, Caballero permaneceu no banco de reservas, observando à distância enquanto seus companheiros buscavam uma vaga nas oitavas de final. Um cenário frustrante para qualquer atleta que sonha em brilhar no palco mais importante do futebol mundial.
O Paraguai teve uma campanha de altos e baixos. A estreia foi desastrosa, com uma goleada de 4 a 1 para os Estados Unidos. Na sequência, a equipe se recuperou ao vencer a Turquia por 1 a 0, demonstrando capacidade de reação. O confronto derradeiro contra a Austrália, disputado na madrugada de sexta-feira, terminou empatado sem gols, o que manteve a seleção na briga por uma vaga entre os oito melhores terceiros colocados.
Com quatro pontos conquistados, o Paraguai aguarda ansiosamente o desfecho da fase de grupos para conhecer seu destino. Dependendo dos resultados das outras chaves, há esperança de avançar para as oitavas, porém as chances diminuem a cada empate sem gols em um grupo acirrado.
Para Caballero, o cenário é desafiador. Longe de ter minutos na Copa, o atacante precisará se reinventar no Portsmouth para recuperar seu espaço e ganhar moral com a seleção paraguaia, caso o Paraguai avance e precise de reforços no ataque. A realidade impõe lições duras: no futebol de elite, estar convocado não é suficiente. É preciso estar pronto para qualquer oportunidade que surja.
Fonte: Gazeta Esportiva
