Foto: Franco Monsalvo / Pexels
Nesta quinta-feira, 27 de junho, o Corinthians relembra um dos momentos mais marcantes de sua história: a primeira partida da final da Copa Libertadores de 2012, disputada em La Bombonera, contra o tradicional Boca Juniors. A data marca exatamente 14 anos do gol espetacular de Romarinho, lance que simbolizou a coragem do Timão em enfrentar um dos maiores rivais do continente em seu próprio território.
Aquela era uma missão praticamente impossível. O Corinthians, estreante em finais de Libertadores, não apenas tinha que vencer o poderoso Boca, mas também superar a mística que envolve o estádio La Bombonera, um dos caldeirões mais hostis do futebol sul-americano. Sob o comando de Tite, o Alvinegro escalou um time guerreiro: Cássio; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo e Alex; Jorge Henrique e Sheik.
No início da partida, a pressão argentina foi avassaladora, com o Boca criando situações de perigo que testavam os nervos do elenco paulista. O primeiro tempo foi de sofrer, de resistir e de manter a esperança viva. Tudo mudaria na segunda metade do jogo.
Aos 25 minutos do segundo tempo, Romarinho, que entrou para substituir Danilo, executou um lance de beleza rara: marcou um gol que transcendeu o simples resultado numérico. Aquele tanto representava muito mais do que três pontos em uma partida de ida — era a confirmação de que o Timão podia sim estar ali, competindo de igual para igual com gigantes do continente.
Aquela vitória em La Bombonera foi o ponto de partida para a histórica campanha corintiana. Semanas depois, o Alvinegro levantaria a taça inédita da Libertadores, consolidando-se como grande potência do futebol brasileiro e escrevendo uma das páginas mais gloriosas de sua trajetória.
Romarinho se tornou imortal na memória tricolor. Seu gol, um clássico que atravessou os anos, continua vivo na emoção de quem presenciou aquele momento épico.
Fonte: Gazeta Esportiva
