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O fantasma que persegue Neymar desde sua primeira Copa do Mundo voltou a aparecer. Com a convocação confirmada por Carlo Ancelotti para o Mundial de 2026, o camisa 10 do Santos enfrentou um novo susto: um edema na panturrilha direita detectado ao final do Brasileirão. Um incômodo que reaviva memórias ruins e questões que ecoam desde 2014.
É praticamente uma maldição. Em todas as Copas que disputou, Neymar chegou cercado por problemas físicos que comprometeram seu desempenho ou sua participação. Desde aquele lendário torneio no Brasil até a edição mais recente de 2022, o astro jamais escapou dos cuidados médicos intensivos durante os períodos de preparação para o torneio máximo.
Justamente quando as coisas começavam a caminhar bem, o atacante vê sua sequência ser interrompida. Após conviver com lesões recorrentes no ciclo pós-Qatar, Neymar havia reconquistado espaço no Santos e retomado regularidade pela seleção. Era o momento para chegar ao Mundial com confiança e ritmo de jogo, mas o edema na panturrilha reabre a discussão sobre sua fragilidade.
A preocupação é legítima. Não se trata apenas de especulação ou paranoia de torcedor. É um padrão documentado que coloca em xeque a capacidade do jogador de chegar em perfeitas condições aos Mundiais. Aos 35 anos em 2026, quando a Copa acontecer, Neymar não pode desperdiçar nem um dia sequer em recuperação.
Carlo Ancelotti terá a missão de monitorar rigorosamente o astro e, mais importante, garantir que ele chegue ao torneio longe dos consultórios. A janela de tempo é curta, e qualquer complicação nesse edema pode desencadear uma cascata de problemas. O torcedor segue na torcida, mas também na apreensão. Afinal, quantas vezes é possível ter sorte?
Fonte: Bolavip Brasil
