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A proximidade de um ano de Copa do Mundo traz consigo um fenômeno previsível e frustrante para os fãs de futebol: a explosão de produtos pirateados circulando pelas ruas e plataformas digitais. Figurinhas falsas, camisetas contrafeitas e souvenirs fake ganham força justamente quando a paixão pelo torneio e pela seleção atinge o pico máximo entre os torcedores.
Estações de metrô, pontos de ônibus e até mesmo sites de vendas online viraram verdadeiras minas de ouro para criminosos especializados em falsificação. O esquema é simples e eficaz: aproveitar a ganância dos colecionadores que querem completar seus álbuns de figurinhas a qualquer custo, oferecendo lotes a preços bem abaixo do mercado.
A situação preocupa tanto consumidores quanto as autoridades. Além do prejuízo financeiro direto, a circulação massiva de contrafatos prejudica também a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e as marcas oficiais que investem em produtos autorizados. Sem contar que muitos desses itens falsificados são fabricados sob condições precárias, representando riscos à saúde e segurança.
Para não cair nessa cilada, especialistas apontam algumas estratégias simples mas eficazes. Procure sempre pelos selos e hologramas de autenticidade presentes nos produtos legítimos. Compre apenas em lojas oficiais ou revendedores credenciados. Desconfie de preços absurdamente baixos – se parece bom demais para ser verdade, provavelmente é. E na internet, verifique a reputação do vendedor, avaliações e certificados de loja.
O colecionismo é uma paixão legítima que move milhões de torcedores. Mas é fundamental estar atento e proteger o bolso de quem quer aproveitar o momento da Copa para enriquecer ilicitamente. A diversão da competição não precisa vir acompanhada de frustração e arrependimento.
Fonte: Folha Esporte
