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Após 12 anos sem um astro de brilho singular, a Seleção Brasileira encontrou em Vinicius Júnior o seu grande protagonista na Copa do Mundo 2026. O camisa 7 já marcou quatro gols na fase de grupos, igualando a marca histórica deixada por Neymar em 2014, e se junta a uma elite restrita de craques que conseguiram balançar as redes em todos os jogos da primeira fase de um Mundial.
O feito coloca Vini no mesmo patamar de lendas como Jairzinho, Romário, Ronaldo e Rivaldo, nomes que ecoam na história do futebol brasileiro. Mas o que torna este momento especial é o contexto: trata-se de um novo ciclo onde a Seleção perdeu Neymar, que sofre com lesões recorrentes, deixando uma lacuna de liderança que precisava ser preenchida.
A transformação do desempenho de Vini Jr. com a Amarelinha tem um responsável direto: Carlo Ancelotti. O técnico italiano, com quem o jogador trabalhou no Real Madrid entre 2021 e 2025, conseguiu extrair o melhor do craque. Enquanto isso, o camisa 7 havia ficado apagado durante boa parte do ciclo anterior, não conseguindo manter o protagonismo que já havia demonstrado na Copa de 2022.
Os números falam por si. Vinicius participou diretamente de cinco dos sete gols marcados pelo Brasil até agora na competição. Seja marcando ou criando oportunidades, ele tem sido determinante em jogos contra adversários como Marrocos, Haiti e Escócia, consolidando-se como o grande destaque da equipe nesta jornada.
A chegada de Ancelotti evidentemente não foi coincidência. O italiano trouxe consigo a confiança e a metodologia que já haviam feito sucesso no futebol europeu, permitindo que Vini Jr. expandisse suas qualidades técnicas e táticas. Para uma Seleção que enfrenta transição e reconstrução, ter um jogador em ascensão é fundamental.
Com esse desempenho extraordinário, Vinicius Júnior segue na missão de levar o Brasil a novos títulos, carregando nas costas o peso e a esperança de uma nação que reconhece seu talento excepcional.
Fonte: Trivela
