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A Copa do Mundo continua sendo um calvário para Raphinha. Após uma apresentação apagada na estreia contra Marrocos, o atacante voltou a sofrer um baque. Desta vez, a lesão o tirou de campo ainda no primeiro tempo do confronto com o Haiti, nesta sexta-feira (19), em vitória brasileira por 3 a 0 no Estádio da Filadélfia.
O problema? Dores no músculo posterior da coxa direita — uma lesão que deixa em aberto a possibilidade de Raphinha não estar disponível para o próximo compromisso contra a Escócia, marcado para a próxima quarta-feira (24), em Miami. A CBF ainda não divulgou informações detalhadas sobre a gravidade da contusão, alimentando a incerteza na comissão técnica.
Carlo Ancelotti está diante de um desafio: encontrar uma alternativa viável para manter a qualidade ofensiva do time no flanco direito. A situação é particularmente delicada porque Raphinha é uma peça importante no esquema tático, capaz de atuar tanto centralizado quanto pelas laterais.
Na partida inaugural, o jogador começou no meio, alternando posições com Lucas Paquetá conforme o jogo evoluía. Essa versatilidade é justamente o que faz falta agora. Sem ele em campo, o técnico italiano precisará recorrer ao elenco disponível para manter o ritmo ofensivo que a Seleção demonstrou contra os haitianos.
A sequência de problemas físicos de Raphinha nesta competição reacende discussões sobre a gestão de carga e a recuperação de atletas em calendários apertados. Para o Brasil, trata-se de um teste importante: conseguir manter a solidez mesmo com os desfalques que surgem pelo caminho.
Os próximos dias serão decisivos. Se o diagnóstico confirmar uma lesão muscular mais grave, Ancelotti terá que ser criativo para reorganizar suas peças. A Seleção segue invicta na Copa, mas precisa lidar com os imprevistos que toda competição traz.
Fonte: Trivela
