Foto: Renato Gomes Fotografia / Pexels
A Seleção Brasileira vai surpreender visualmente na próxima sexta-feira (19), quando enfrenta o Haiti às 21h30, no Lincoln Financial Stadium, na Filadélfia. Diferente do confronto de estreia contra Marrocos, quando o Brasil entrou em campo com seus uniformes tradicionais — camisa amarela, calçado azul e meias brancas — desta vez a equipe canarinho vestirá seu uniforme reserva, predominantemente azul.
A mudança pode parecer simples, mas segue rigorosamente as determinações da FIFA. Cerca de um mês antes do início da Copa do Mundo na América do Norte, a entidade máxima do futebol já havia comunicado a todas as seleções quais combinações de uniformes deveriam ser utilizadas durante a fase de grupos do Mundial. O protocolo estabelece preferência pelo uso das camisas principais de cada país, mas existem exceções.
É exatamente nessas exceções que se encaixa a decisão para Brasil e Haiti. Quando há risco de confusão visual entre as cores das duas equipes e até mesmo com a arbitragem, a FIFA intervém e determina qual time deve usar o uniforme alternativo. No caso dessa partida, o uniforme azul foi a solução encontrada para evitar possíveis problemas de identificação em campo.
Essa é uma prática comum nos grandes torneios. Embora o amarelo seja praticamente sinônimo da Seleção Brasileira, o uniforme azul também faz parte da identidade visual da equipe há décadas e é respeitado pelos torcedores. Portanto, não há motivo para preocupações — o Brasil continua sendo o Brasil, independentemente de qual cor veste naquele dia.
O importante agora é focar no desempenho da equipe dentro de campo. Com a vitória contra Marrocos na estreia, a pressão continua para que o Brasil siga acumulando pontos e se aproxime da liderança do Grupo C. O uniforme pode mudar, mas o compromisso com a excelência permanece o mesmo.
Fonte: Trivela
