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O Grêmio recebe o Palestino nesta quarta-feira (20), a partir das 21h, na Arena, em partida crucial pela fase de grupos da Copa Sul-Americana. Porém, além da pressão do resultado, o Tricolor gaúcho terá que lidar com uma arbitragem pouco familiarizada com a intensidade dos confrontos internacionais sul-americanos.
O paraguaio Carlos Benítez foi escalado como árbitro principal e essa escolha levanta questões sobre a experiência necessária para um jogo de tamanha relevância. O juiz possui um currículo internacional bastante limitado: apenas 19 partidas apitadas em competições organizadas pela Conmebol. Para dimensionar a falta de bagagem, basta mencionar que participou de somente cinco jogos envolvendo equipes brasileiras — um número considerado insuficiente para quem vai comandar uma decisão de grupo tão competitiva.
Na Copa Libertadores, o único destaque de Benítez foi ter dirigido a vitória do Botafogo por 2 a 1 sobre o Carabobo, um confronto bem menos tenso do que o esperado para essa noite na capital gaúcha. Essa carência de experiência em grandes palcos preocupa tanto a torcida quanto a comissão técnica do Grêmio, acostumada a enfrentar árbitros mais experientes em mata-matas sul-americanos.
Some-se à falta de experiência internacional outro fator preocupante: a alta média de cartões distribuídos por Benítez em suas atuações. Essa característica, combinada com a pouca vivência em jogos de pressão, pode resultar em uma partida marcada por expulsões precipitadas e decisões controvertidas — justamente o que o Grêmio não precisa enfrentar quando a classificação está em jogo.
Kevin Pazmino, que atuará como árbitro assistente, complementa uma dupla de arbitragem com deficiências semelhantes em termos de experiência sul-americana. A dupla, portanto, chega para um confronto de alto nível com credenciais questionáveis, aumentando a tensão sobre o espetáculo que acontecerá na Arena.
Fonte: Bolavip Brasil
