Foto: Franco Monsalvo / Pexels
A seleção belga chega à Copa do Mundo de 2026 em busca de uma reconstrução. Nesta segunda-feira, os Diabos Vermelhos enfrentam o Egito em Seattle, nos Estados Unidos, marcando o primeiro desafio na era pós-Eden Hazard, quando a equipe tenta deixar para trás a alcunha de decepcionar em competições internacionais.
Com a aposentadoria do craque belga em 2023, a Bélgica inicia um novo ciclo sob o comando do técnico francês Rudi Garcia. Ainda assim, o time conta com pilares da antiga geração de ouro: o goleiro Thibaut Courtois e o meio-campista Kevin De Bruyne seguem em campo carregando a responsabilidade de manter a qualidade que a seleção apresentava anteriormente.
O retrospecto recente não é animador. Na Copa do Catar, a Bélgica decepcionou ao ser eliminada já na primeira fase, encerrando uma sequência de boas campanhas. Agora, o desafio é recuperar o prestígio e mostrar que ainda possui recursos para brigar por títulos, mesmo com reformulações no elenco.
Do outro lado, o Egito traz consigo a figura icônica de Mohamed Salah, aos 33 anos. O craque do Liverpool busca sua reabilitação após ficar de fora da última edição da Copa do Mundo, uma ausência que marcou a trajetória do atleta. Esta é uma oportunidade especial para o camisa 10 egípcio tentar levar sua seleção mais longe que nunca.
O confronto acontece às 16h no horário de Brasília e abre o Grupo G, que também terá Irã e Nova Zelândia. A partida promete ser equilibrada: de um lado, uma Bélgica em transição buscando se reinventar; do outro, um Egito disposto a surpreender com sua estrela principal.
Para os belgas, não há espaço para tropeços. A pressão é grande, e perder a estreia seria jogar lenha na fogueira das críticas. Tudo indica que será um jogo de grande interesse.
Fonte: Gazeta Esportiva
