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Carlo Ancelotti revelou os 26 nomes que defenderão o Brasil na Copa do Mundo nesta segunda-feira (18), e nem todos os escolhidos vinham sendo protagonistas na reta final da preparação. Enquanto alguns nomes já eram esperados, outros ganharam oportunidades de ouro na última Data Fifa antes da convocação oficial e souberam aproveitar cada minuto em campo.
Bremer é o exemplo mais emblemático dessa história de redenção. O zagueiro da Juventus havia ficado fora das convocações durante todo o ciclo e só voltou a treinar com a Seleção na penúltima rodada de preparação. Mesmo assim, conquistou seu lugar na defesa com performances convincentes, mostrando que a confiança de Ancelotti não era infundada.
Ibañez segue caminho semelhante. Ausente nas convocações até março, o defensor da Roma aproveitou a oportunidade quando chamado e se tornou indispensável. Seu aproveitamento tático e segurança defensiva fizeram Ancelotti apostar nele como opção de confiança para o torneio.
Mas o grande catalisador dessa reformulação na defesa foi a lesão de Éder Militão. O lateral-direito do Real Madrid era peça fundamental nos planos do técnico italiano — poderia atuar como titular na lateral ou como reserva de luxo de Marquinhos na zaga. Sua ausência abriu espaço para que outros defensores ganhassem protagonismo e se inserissem no contexto da Copa.
Léo Pereira também integra esse grupo de atletas que aproveitaram a penúltima chance para se consolidar no projeto. A competitividade na defesa brasileira força o aumento de rendimento de todos, e quem aparecer no momento certo garante sua presença na lista final.
Esse cenário evidencia como Ancelotti prioriza o desempenho recente e a forma física dos jogadores, mesmo em detrimento de nomes mais badalados. Para Copa do Mundo, o que importa é estar bem agora — e esses atletas provaram estar preparados para o desafio máximo do futebol.
Fonte: Trivela
