Foto: Antonio Ochoa / Pexels
O México entra em campo nesta quinta-feira como mandante da Copa do Mundo 2026, buscando finalmente se livrar de um fantasma que assombra a seleção há quase um século. Pela terceira vez na história, o país asteca sedia o torneio, mas carrega consigo uma estatística frustrante que preocupa técnico e torcedores: nunca conseguiu superar a fase de quartas de final.
Na abertura do Mundial, os mexicanos enfrentam a África do Sul no icônico estádio Azteca, em uma reedição da partida de 2010, quando os sul-africanos eram os donos da casa. Naquela ocasião, o duelo terminou em um morno empate 1 a 1. Curiosamente, quem comanda a seleção mexicana agora é o mesmo técnico daquele período: Javier Aguirre.
Os números impressionam negativamente. Ao analisar os sete jogos de estreia do México em Copas do Mundo, o resultado é deprimente: cinco derrotas e apenas dois empates. Nenhuma vitória. A maldição começou lá em 1930, no Uruguai, quando os mexicanos foram humilhados pela França com um devastador 4 a 1.
Aguirre, que conhece bem essa história desastrosa, não esconde a determinação em reescrever o destino. “Temos que quebrar a estatística”, afirmou o treinador em coletiva de imprensa, deixando claro que essa é uma missão prioritária para sua equipe.
A pressão é considerável. Jogar em casa é uma vantagem, mas também amplia as expectativas de uma torcida que quer finalmente ver sua seleção começar um Mundial com uma vitória de verdade. Para Aguirre e seus comandados, trata-se de uma oportunidade de ouro para enterrar de uma vez por todas esse incômodo recorde negativo que persegue a seleção mexicana há décadas.
Fonte: Gazeta Esportiva
