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Se a Copa do Mundo de 2026 mantivesse o formato antigo com até 32 seleções e apenas dois classificados por grupo, o Grupo I seria praticamente uma sentença de morte para pelo menos duas potências do futebol mundial. A composição do chaveamento revela um cenário de extrema dificuldade que deixaria analistas e torcedores em polvorosa.
A mudança no formato da competição, que agora conta com 48 seleções divididas em grupos de três ou quatro equipes com mais vagas de acesso às oitavas, ameniza significativamente a pressão sobre os favoritos. Porém, isso não diminui o prestígio de estar no Grupo I, que reúne seleções de altíssimo nível técnico.
Em competições anteriores, quando o sistema era mais restritivo e eliminatório desde a primeira fase, um agrupamento com tamanho potencial ofensivo e defensivo receberia automaticamente o apelido temido de ‘Grupo da Morte’. A expressão, amplamente utilizada pela mídia esportiva, reflete a dificuldade quase impossível de todas as equipes seguirem adiante na competição.
A realidade é que o futebol internacional está cada vez mais competitivo. Equipes que antes eram consideradas ‘zebras’ agora disputam de igual para igual com tradicionais potências. Esse nivelamento torna qualquer grupo potencialmente complicado, especialmente quando reúne seleções com histórico de boas campanhas em Copas anteriores.
A nova fórmula da Copa 2026 foi pensada justamente para ampliar as oportunidades e reduzir a possibilidade de eliminações precoces de grandes seleções. Apesar disso, o Grupo I permanece como um dos mais desafiadores do torneio, exigindo performances impecáveis de seus integrantes para avançar com segurança.
Para as torcidas e apostadores, fica a reflexão: mesmo com regras mais flexíveis, alguns grupos continuam sendo armadilhas potenciais no futebol de alto rendimento.
Fonte: Folha Esporte
