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A convocação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 já começa marcada por ausências que preocupam. Rodrygo, Estêvão e Éder Militão desfalcam a delegação por lesões, enquanto Neymar segue para o torneio, mas corre risco de desfalcar o Brasil na estreia contra Marrocos por conta de uma inflamação muscular na panturrilha.
Cenas que remetem a um dos piores capítulos da história recente do futebol brasileiro. Há mais de duas décadas, Ronaldo viveu um drama que marcou gerações de torcedores. Durante uma partida pela Internazionale contra a Lazio, na final da Copa da Itália, o Fenômeno sofreu uma ruptura completa do tendão patelar do joelho direito – uma lesão devastadora que enterrou sonhos de conquistar mais uma Copa do Mundo.
Mas e se aquela tragédia tivesse acontecido nos dias de hoje? Segundo o fisioterapeuta Nilton Petrone, conhecido como “Filoca”, em entrevista ao “Charla Podcast”, a história poderia ter sido bem diferente. Com a tecnologia e os recursos de recuperação disponíveis atualmente, Ronaldo não apenas teria prolongado sua carreira no auge, como também teria sofrido muito menos com as sequelas de lesões graves.
A evolução nos protocolos de reabilitação, ressonância magnética de ponta, tratamentos regenerativos e acompanhamento médico especializado – ferramentas que não existiam ou eram primitivas nos anos 2000 – poderiam ter dado a Ronaldo mais alguns anos em alto nível. Quem sabe quantos gols a mais o Fenômeno marcaria?
O recado do fisioterapeuta é claro: a medicina do esporte avançou exponencialmente. O Brasil de hoje tem à disposição recursos que à época de Ronaldo eram ficção científica. Por isso, a esperança é que Neymar, Rodrygo e companhia consigam se recuperar a tempo de brilhar em 2026. A tecnologia está do nosso lado agora.
Fonte: Trivela
