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O Milan não aguenta mais fracassos. Depois de duas temporadas desastrosas que culminaram na eliminação da próxima edição da Champions League, o clube italiano resolveu fazer uma limpeza geral na estrutura administrativa. Saíram Giorgio Furlani (ex-CEO), Igli Tare (diretor esportivo) e, claro, Massimiliano Allegri do comando técnico. Agora, os Rossoneros preparam uma revolução para 2026/27 que promete devolver ao San Siro os dias de glória.
Segundo informações da La Gazzetta dello Sport, a cúpula milanista já iniciou conversas avançadas com dois nomes de peso europeu. Oliver Glasner, técnico que conquistou a Conference League pelo Crystal Palace, surge como principal candidato para assumir o banco de suplentes. O alemão é conhecido pelo trabalho ofensivo e pela capacidade de extrair o máximo de seus jogadores — exatamente o que o Milan precisa.
Ao seu lado, viria Ralf Rangnick, atualmente à frente da seleção austríaca. O experiente gestor assumiria um papel executivo no clube, trazendo sua reconhecida expertise em planejamento estrutural e desenvolvimento de talentos. Rangnick já havia sido cortejado pelos Rossoneros para a posição de técnico em ocasiões anteriores, antes de sua passagem meteórica pelo Manchester United.
A parceria entre Glasner e Rangnick faz sentido estratégico. Enquanto um cuida da evolução tática e dos resultados imediatos em campo, o outro trabalha nos bastidores para construir um projeto sustentável. É a fórmula que muitos gigantes europeus adotam para reconstruir após períodos turbulentos.
O desafio agora é tirar essas negociações do papel. O Milan tem pressa em reorganizar-se e voltar a brigar por títulos continentais. Glasner e Rangnick representam a chance de uma reestruturação séria — não apenas cosméticos, mas uma transformação real em bases sólidas.
Fonte: Trivela
