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As procuradoras-gerais de Nova York e Nova Jersey dispararam um alerta vermelho na venda de ingressos para a Copa do Mundo de 2026. Nesta quarta-feira (27 de maio), ambas as autoridades anunciaram a abertura de uma investigação oficial sobre as práticas comerciais da Fifa no processo de distribuição dos bilhetes para o maior evento do futebol mundial.
O torneio, que terá início no próximo 11 de junho, já levanta questões importantes sobre transparência e fair play nos bastidores da organização. Os procuradores-gerais querem garantir que os consumidores não sejam prejudicados por práticas abusivas ou anticompetitivas na comercialização dos ingressos.
Esta investigação reflete uma tendência crescente de órgãos reguladores em diferentes países questionarem os métodos de venda adotados pela Fifa. Afinal, em megaeventos anteriores, consumidores enfrentaram dificuldades para adquirir bilhetes, além de reclamações sobre preços inflacionados e acesso limitado a setores da torcida.
Nova York e Nova Jersey têm particular interesse no assunto, já que o estado de Nova York sediará partidas cruciais da Copa 2026. Cidades como Nova Iorque e possíveis sedes em New Jersey possuem grande população e poder de compra, tornando a região fundamental para a bilheteria do evento.
A investigação também busca proteger torcedores de possíveis fraudes e revenda não autorizada de ingressos, problemas históricos em grandes competições internacionais. As autoridades querem esclarecer se há mecanismos adequados para coibir a ação de cambistas digitais e garantir acesso justo aos torcedores comuns.
Este movimento das procuradoras dos EUA reforça a necessidade de maior fiscalização e transparência nas operações da Fifa, especialmente quando se trata de arrecadação financeira. Para os fãs de futebol, a investigação pode resultar em proteções maiores e preços mais justos no acesso aos jogos.
Fonte: Folha Esporte
