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O Brasil já conhece seus rivais na primeira fase da Copa do Mundo 2026. Marrocos, Escócia e Haiti compõem o Grupo C da seleção canarinho. Mas o que acontece depois? Para quem está pensando nos confrontos eliminatórios, a Fifa já desenhou cenários bem interessantes.
Se a seleção avançar como primeira colocada do grupo — o cenário mais esperado pelos torcedores —, o caminho até o título será repleto de desafios. Nas oitavas de final, o Brasil pode enfrentar o segundo colocado do Grupo F, que deve sair entre Holanda, Japão, Tunísia ou o vencedor do playoff europeu B. Uma chave complicada, especialmente se a Holanda conseguir a vaga.
Avançando pelas oitavas, as quartas de final reservam duelos potencialmente explosivos. O adversário sairá do Grupo E (Alemanha, Equador, Costa do Marfim ou Curaçao) ou do Grupo I (França, Senegal, Noruega ou vencedor do playoff mundial 2). Imagina só um Brasil versus França ou Brasil versus Alemanha em mata-mata? São clássicos que fazem o coração dos torcedores acelerado.
A estrutura da Copa 2026 traz uma novidade importante: os oito melhores terceiros colocados também garantem vaga no mata-mata. Isso amplia as possibilidades de confrontos e torna a competição ainda mais impredizível. Uma seleção que não vencer seu grupo pode, ainda assim, causar problemas lá na frente.
O Brasil chega à Copa 2026 com responsabilidade de ser uma das seleções favoritas. Com Vinicius Júnior, Neymar (se continuar em atividade) e uma geração talentosa, a tendência é que a Amarelinha dispute cada jogo com seriedade e determinação. O trabalho de Dorival Júnior ou seu sucessor será fundamental para montar uma estratégia que navegue por esse caminho potencialmente minado de gigantes do futebol mundial.
Fonte: Trivela
