Foto: Alex Grajeda / Pexels
Lionel Messi colocou um ponto final em sua trajetória pela seleção argentina nesta segunda-feira (31). Aos 39 anos, o craque compartilhou uma carta nas redes sociais confirmando aquilo que muitos já esperavam: o encerramento de uma carreira internacional repleta de glórias e também de dores.
Não é a primeira vez que o argentino flerta com a aposentadoria. Mas desta vez, a decisão vem carregada de definitividade. De acordo com a publicação, Messi havia tomado a decisão logo após a derrota para a Espanha na final da Copa do Mundo de 2026, quando a Argentina caiu por 1 a 0. Porém, guardou a informação para si.
O que acelerou o anúncio foi a morte de seu pai, Jorge Rafael Messi, falecido no início de agosto. A perda do homem que acompanhou toda sua jornada no futebol pesou na decisão. Em suas palavras, foi uma escolha que “doeu na alma”, mas necessária.
A despedida de Messi encerra um dos períodos mais brilhantes do futebol mundial. Durante sua passagem pela Albiceleste, o craque conquistou prêmios individuais memoráveis e, principalmente, realizou o sonho máximo de qualquer jogador: vencer a Copa do Mundo. O título de 2022 no Catar sellou um legado praticamente intocável.
Com essa aposentadoria, fecha-se um capítulo importante da história do futebol argentino e mundial. Messi deixa para trás décadas de dedicação, gols decisivos em momentos cruciais e uma influência que transcendeu os gramados. Para a geração que cresceu assistindo suas atuações, o impacto será eterno.
O segundo adeus é tão épico quanto o primeiro poderia ter sido. E desta vez, é para valer.
Fonte: Trivela
