Foto: Anh Lee / Pexels
Endrick retornou ao Real Madrid com toda a confiança do mundo. Afinal, o atacante brasileiro havia vivido uma temporada de destaque no Lyon, deixando a França com números que justificavam otimismo: oito gols e sete assistências em apenas 21 partidas. Seu desempenho na Ligue 1 foi tão expressivo que garantiu até mesmo a convocação para a Copa do Mundo.
Na volta a Valdebebas sob o comando de José Mourinho, havia expectativa legítima de que Endrick transformasse seu bom momento europeu em regularidade dentro dos Blancos. Afinal, a passagem pelo futebol francês havia amadurecido o jovem talento, preparando-o para finalmente conquistar espaço em um dos maiores clubes do planeta.
Porém, como se estivesse fadado a carregar uma maldição, uma lesão muscular voltou a interromper seus planos. No exato momento em que começava a construir seu novo capítulo em Madrid, o corpo traidor impediu que Endrick consolidasse essa oportunidade de ouro.
O cenário é frustrante demais para um atacante que já provou seu potencial. Enquanto seus companheiros avançam na temporada, Endrick fica novamente no departamento médico, vivendo o que parece ser um ciclo repetitivo de interrupções que marca sua carreira no Real Madrid.
A questão que fica é: quando o brasileiro conseguirá, finalmente, manter-se íntegro fisicamente por um período suficiente para demonstrar em La Liga o mesmo que apresentou na França? O talento está ali, inquestionável. Mas o futebol, desafortunadamente, não é feito apenas de capacidade técnica. Continuidade e sorte também contam muito nessa história.
Fonte: Trivela
