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O técnico Cuca saiu em defesa de suas escolhas táticas após o Santos levar uma goleada de 3 a 0 do Palmeiras, na quarta-feira, no Nubank Parque, pela ida das quartas de final da Copa do Brasil. Em coletiva, o treinador detalhou os motivos que o levaram a poupar Neymar e deixar Gabigol no banco de reservas.
Na explicação sobre o camisa 10, Cuca apontou uma combinação de fatores que pesaram na decisão. O técnico destacou o controle de carga física como determinante, lembrando que o astro precisaria de sequência de jogos para manter seu futebol fluido. Com confrontos marcados para o fim de semana e na semana seguinte, além dos dois cartões amarelos que Neymar carrega, a comissão técnica optou pela preservação.
“Foi uma série de fatores que fizeram a gente tomar essa decisão. Ele está isento disso. Por ele, estaria vindo jogar. É uma responsabilidade nossa como comissão técnica também”, afirmou Cuca, reconhecendo inclusive que Neymar desejava participar da partida.
Quanto a Gabigol, o treinador reforçou que se tratou de uma opção puramente técnica, sem maior detalhamento público sobre as razões específicas. A presença do atacante entre os relacionados, porém ausente do campo, gerou questionamentos após o resultado negativo.
A derrota pesada coloca o Santos em situação complicada na Copa do Brasil. Com a volta marcada, a equipe precisará de uma performance bem diferente se quiser reverter o placar desfavorável e avançar na competição.
As decisões de Cuca refletem a complexidade de gerenciar um elenco com jogadores de alto nível, equilibrando preservação física, rodízio de atletas e obrigações competitivas. Agora, o foco está na recuperação para os próximos compromissos, onde tanto Neymar quanto Gabigol devem ter maior protagonismo.
Fonte: Gazeta Esportiva
