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O Palmeiras está prestes a faturar uma bolada com a transferência de Allan ao Manchester City. A negociação milionária, que pode alcançar 40 milhões de euros (cerca de R$ 240 milhões), representa muito mais do que um simples negócio lucrativo para o clube paulista. É a confirmação de um projeto estruturado que vem dando certo há anos.
Aos 22 anos, Allan deixa o Alviverde como mais um produto de qualidade saído das categorias de base do clube. E isso não é coincidência. Por trás desse sucesso está a mão firme de João Paulo Sampaio, coordenador das divisões de formação, que vem trabalhando incansavelmente para consolidar uma base cada vez mais sólida e competitiva.
A parceria entre JP Sampaio e Abel Ferreira no futebol profissional tem se mostrado vencedora. Enquanto o treinador português mantém o time competitivo em todas as competições, a estrutura de base segue fornecendo talentos que chegam preparados ao elenco principal ou ganham visibilidade internacional.
Vale destacar que o Palmeiras detém 90% dos direitos econômicos do jogador, o que significa que a maior parte dessa verba de 240 milhões segue direto para os cofres do clube. Diferente de muitas outras instituições brasileiras, o Verdão conseguiu manter uma fatia considerável dos direitos e agora colhe os frutos de decisões bem tomadas no passado.
A venda de Allan ao gigante inglês posiciona o Palmeiras em um patamar diferenciado no futebol brasileiro. Não é apenas sobre ganhar títulos nacionais ou continentais – é sobre criar um ecossistema de desenvolvimento de jogadores que chama atenção de grandes potências europeias.
Essa operação reforça a tese de que o projeto palmeirense é sustentável a longo prazo. Enquanto muitos clubes vivem de expedientes, o Verdão investe na formação, colhe resultados imediatos e ainda embolsa grana com venda de produtos da base. É futebol inteligente em ação.
Fonte: Bolavip Brasil
