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O Liverpool inicia a temporada 2026/27 cercado de dúvidas. A chegada de Carlo Ancelotti, substituto de Jürgen Klopp, promete manter a filosofia que transformou os Reds em potência do futebol europeu, e as contratações recentes apontam para um futuro esperançoso. Mas há um detalhe importante: o time está passando por uma reconstrução inesperada.
A saída de Mohamed Salah, Ibrahima Konaté e Andy Robertson representa mais que simples desligamentos. São três lendas que ajudaram a reerguer o clube e devolveram o prestígio que havia sido perdido nos anos anteriores. Salah, especialmente, foi o destaque máximo da era Klopp, marcando época na Premier League e na Europa.
O grande problema? Nenhum deles deixou uma transferência milionária nos cofres do Anfield. Saíram embora, e pronto. Diferentemente de outras equipes que conseguem grandes cifras pela venda de seus melhores jogadores, o Liverpool não conseguiu monetizar essas três perdas simultâneas de forma significativa.
Os reforços trazidos até agora não parecem ser suficientes para compensar a qualidade perdida. Quando você coloca na balança o que saiu (um dos melhores extremos do mundo, um zagueiro de classe mundial e um dos laterais mais confiáveis da Premier League) contra o que chegou, a conta não fecha com tranquilidade.
Isso coloca Ancelotti diante de um desafio monumental: reconstruir a competitividade de um time que aspirava disputar títulos com os mesmos recursos que antes. O técnico italiano tem experiência suficiente para sair dessa, mas o favoritismo na Premier League parece ter escapado das mãos dos Reds neste momento de transição.
A próxima temporada dirá se essa foi apenas uma passagem difícil ou o começo de um novo ciclo de incerteza em Anfield.
Fonte: Trivela
