Foto: Franco Monsalvo / Pexels
O Paris Saint-Germain está vivendo uma realidade bem diferente da esperada. Após conquistar a primeira Champions League da história do futebol francês, o clube parisiense fez apostas no mercado que simplesmente não funcionaram como planejado.
Na janela de transferências de 2025, o PSG manteve a maioria do elenco campeão, confiando na qualidade dos jogadores que já tinha. A movimentação foi discreta: apenas três contratações foram realizadas. Renato Marín chegou sem custo, enquanto Lucas Chevalier desembolsou 40 milhões de euros (cerca de R$ 235 milhões) e Illya Zabarnyi custou 63 milhões de euros (aproximadamente R$ 370 milhões).
A estratégia parecia sensata. O time vinha de um êxito continental memorável, e manter a base promovia estabilidade. De fato, a escolha inicial se mostrou acertada: o Paris conquistou uma segunda Champions League consecutiva na temporada seguinte, consolidando-se como potência europeia.
Porém, um ano depois, a realidade é bem distinta. Se Renato Marín é visto como uma aposta legítima para o futuro, os investimentos em Chevalier e Zabarnyi revelam-se decepcionantes. Ambos já recebem sondagens de outros clubes e têm portas abertas para deixar a instituição parisiense.
O goleiro Chevalier, contratado por cifra expressiva, não conseguiu se estabelecer como titular indiscutível. Já o zagueiro ucraniano Zabarnyi enfrenta dificuldades para se adaptar ao futebol francês e ganhar minutos regulares na equipe.
Essa situação expõe um problema recorrente no futebol moderno: investimentos altos nem sempre garantem êxito esportivo. O PSG, mesmo campeão europeu, cometeu equívocos em suas escolhas estratégicas que agora cobram seu preço financeiro e desportivo. A gestão de um elenco de elite exige mais que recursos: exige precisão nas contratações.
Fonte: Trivela
