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A seleção italiana segue em busca de estabilidade após meses de turbulência. Desde a saída de Gennaro Gattuso em abril, quando a Azzurra caiu para a Bósnia e Herzegovina nas Eliminatórias da Copa do Mundo, o comando técnico permanece vago. A ausência consecutiva da tetracampeã mundial pela terceira vez deixou cicatrizes profundas, obrigando a Federação Italiana de Futebol a repensar sua estrutura administrativa.
Com o fim do Mundial do Catar, a Itália corre contra o tempo. O objetivo é definir o novo técnico antes da janela internacional de setembro. Para isso, a FIGC recorreu a nomes experientes: Paolo Maldini, ex-lenda do Milan, assumiu a função de diretor de seleções, enquanto Leonardo, o brasileiro que conhece bem os bastidores europeus como consultor, trabalha nos bastidores para viabilizar a contratação.
Neste último fim de semana, a dupla intensificou esforços em torno de um alvo específico: Pep Guardiola. O técnico espanhol, livre no mercado desde sua saída do Manchester City, despertou o interesse dos italianos. Seu currículo impecável e experiência em grandes clubes o colocam como primeira opção para reconstruir a seleção.
Porém, os dirigentes não colocam todos os ovos na mesma cesta. A Gazzetta dello Sport apontou que Maldini e Leonardo já estudam alternativas caso Guardiola recuse a proposta. A cautela é sábia diante da incerteza: Guardiola pode optar por um clube com maior desafio competitivo ou simplesmente preferir se afastar do futebol por enquanto.
O cenário deixa claro que a Itália busca sair da crise com uma personalidade capaz de restaurar a confiança interna e internacional. Seja Guardiola ou seu plano alternativo, a mensagem é uma: a Azzurra quer voltar ao protagonismo.
Fonte: Trivela
