Foto: Fabrizio Velez / Pexels
Um detalhe curioso marcou a celebração da Espanha pela conquista da Copa do Mundo neste domingo (19). Apesar de estar presente na cerimônia de premiação e no palco durante os primeiros momentos da comemoração dos jogadores, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi sistematicamente removido das imagens oficiais divulgadas pela Fifa e pela Federação Espanhola.
A prática de edição de fotos que envolvem figuras políticas não é exatamente inédita no esporte internacional, mas chama atenção quando ocorre em um evento de tamanho global como a final da Copa. As organizações responsáveis pelas imagens oficiais optaram por manter apenas os momentos dos atletas e das autoridades da federação anfitriã, deixando de fora a presença do mandatário americano.
Trump compareceu ao estádio para participar do protocolo tradicional das finais da Copa, onde líderes mundiais costumam fazer parte da cerimônia e entregar premiações. Porém, ao preparar o material oficial para distribuição à mídia global, tanto a entidade máxima do futebol quanto a federação espanhola fizeram questão de manter o foco exclusivamente na performance dos atletas e na celebração legítima do título conquistado pela seleção espanhola.
A decisão reflete as práticas cada vez mais comuns em grandes eventos esportivos, onde organizadores buscam manter o protagonismo voltado para o esporte em si, evitando associações político-institucionais que possam gerar controvérsias. Mesmo com a presença confirmada de autoridades, as imagens oficiais privilegiam os momentos que marcam o triunfo desportivo puro.
A Espanha, por sua vez, consolidou sua posição como potência futebolística ao conquistar mais um título mundial, reforçando seu legado no esporte mais popular do planeta.
Fonte: Folha Esporte
