Foto: Fabrizio Velez / Pexels
Enquanto o mundo todo acompanha as emoções das disputas dentro de campo, uma verdadeira batalha econômica acontece nos bastidores da Copa do Mundo de 2026. E saiba: nem sempre quem entra em quadra é quem mais lucra com o espetáculo.
A próxima edição do maior torneio de futebol do planeta, que será sediada entre Estados Unidos, México e Canadá, já está gerando cifras astronômicas. Mas a distribuição desse dinheiro segue um padrão bem definido: algumas entidades ganham prêmios milionários, enquanto outras veem seus cofres incharem de formas surpreendentes.
A FIFA, logicamente, fica com a fatia de leão. Os direitos de transmissão, patrocínios globais e comercialização de direitos autorais movem bilhões de dólares. As confederações nacionais também embolsam suas parcelas, especialmente as equipes que avançam nas fases finais do torneio.
Mas há outros ganhadores nem sempre em destaque. Infraestrutura, hotéis, restaurantes, transportes e toda a máquina turística dos países-sede se beneficiam enormemente. Grandes corporações conseguem espaços publicitários e associações com a marca da Copa, ampliando seu alcance global.
Do outro lado da moeda, há perdedores. Cidades menores que recebem poucos jogos; trabalhadores que enfrentam preços inflacionados; torcedores que pagam ingressos astronômicos. Sem contar os custos de construção e reforma de estádios que, nem sempre, deixam legado positivo aos lugares.
O futebol segue sendo um negócio gigantesco. A Copa 2026 promete ser a mais lucrativa da história, especialmente por envolver três nações economicamente poderosas. Mas enquanto as contas parecem positivas para os cofres oficiais, a distribuição desse bolo continua sendo alvo de críticas e questionamentos legítimos sobre para onde, de fato, vai esse dinheiro todo.
Fonte: BBC Sport Football
Fonte: BBC Sport Football
