Foto: Franco Monsalvo / Pexels
A seleção inglesa viveu um pesadelo nas últimas fases da semifinal contra a Argentina, nesta quarta-feira (15), em partida válida pela Copa do Mundo de 2026. Em um período crítico de 25 minutos, os britânicos conseguiram apenas dois passes bem-sucedidos, evidenciando um colapso ofensivo que resultou na eliminação de virada.
Tudo parecia seguir conforme o planejado para a Inglaterra quando abriram o placar logo no início do segundo tempo, aos 10 minutos. O gol colocava os europeus em posição confortável e apontava para uma passagem tranquila à final. Porém, o que se viu depois foi uma performance desastrosa que mudou completamente o rumo da partida.
A estatística impressiona pela negatividade: apenas dois passes corretos em 25 minutos finais reflete uma desorganização tática alarmante. A Argentina, aproveitando esse momento de vulnerabilidade, conseguiu reagir e virar o placar, carimbando sua passagem para a decisão do torneio.
O jogo evidencia como o futebol de alto nível pode ser cruel. A Inglaterra tivera uma estreia promissora com a vantagem no placar, mas não soube administrar o resultado. A falta de circulação de bola, passes imprecisos e dificuldade em manter a posse de jogo revelaram um time desarticulado quando mais precisava de controle e paciência.
Este é o tipo de resultado que marca campanhas em Copas do Mundo. Para a Inglaterra, fica o aprendizado amargo de uma semifinal perdida nos detalhes. A Argentina, por sua vez, está na final e buscará conquistar o título máximo do futebol mundial.
A eliminação britânica servem como lembrança de que estar na frente não significa estar seguro – especialmente em mata-mata de Copa do Mundo, onde a concentração é fundamental.
Fonte: Folha Esporte
