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Lionel Messi continua escrevendo seu nome em letras de ouro nos registros do futebol mundial. Com a classificação da Argentina para a final da Copa de 2026, a lenda do Barcelona e do Paris Saint-Germain alcançou um feito que apenas uma pessoa havia conseguido antes: disputar três decisões de Mundiais.
O privilégio de estar neste seleto clube pertencia exclusivamente a Cafu, o lendário capitão que ergueu a taça do pentacampeonato brasileiro em 2002. Agora, Messi divide essa honra com o ícone da Seleção Canarinha, consolidando ainda mais seu lugar entre os maiores jogadores de todos os tempos.
Aos 39 anos, Messi demonstra uma resiliência impressionante. Sua jornada nas Copas começou em 2006, quando disputou sua primeira final contra a Itália na Alemanha. Depois veio a conquista do título em 2022 no Catar, um sonho que perseguiu durante toda sua carreira. Agora, aos 39 anos, ele terá uma terceira oportunidade de levantar a taça mais cobiçada do futebol.
A presença de Messi em mais uma final reflete não apenas sua qualidade técnica incomparável, mas também sua capacidade de liderança e influência no desempenho de suas equipes. A Argentina, sob sua inspiração, conseguiu manter-se competitiva e chegar novamente ao topo do torneio.
Este é um momento histórico para o futebol. Enquanto Cafu conquistou suas três finais entre 1994 e 2002 pela força física e defensiva incomparável, Messi o faz através de sua genialidade criativa e visão de jogo. Dois estilos diferentes, duas gerações distintas, mas o mesmo reconhecimento: foram os únicos capazes de alcançar este patamar.
A final de 2026 promete ser um espetáculo à altura de Messi. Aos 39 anos, ele continua provando por que é considerado por muitos como o maior jogador de sua era.
Fonte: Folha Esporte
