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As quartas de final da Copa do Mundo foram o palco de um espetáculo ofensivo. Com os principais artilheiros do torneio em campo, as seleções semifinalistas demonstraram por que chegaram tão longe: eficiência e volume de finalizações nunca vistos antes nesta edição.
Os números impressionam. Na média, cada partida das quartas registrou aproximadamente 27 chutes a gol — a maior taxa entre todas as fases do campeonato até o momento. Mas não é só quantidade: a qualidade também aparece. Com uma taxa de 40% de aproveitamento, os times mostraram que sabem converter oportunidades em gols.
Esse desempenho reflete a qualidade dos elencos que seguem na competição. Estamos falando de seleções que possuem atacantes de nível mundial, treinadores renomados e uma organização tática consolidada. A pressão por avançar nas fases mata-mata também intensifica o jogo ofensivo — afinal, empates podem levar a prorrogações e pênaltis.
Para entender melhor: enquanto em fases anteriores as equipes ainda testavam sistemas táticos e poupavam energia, nas quartas de final não há margem para conservadorismo. É atacar ou ir embora. O resultado é um futebol ousado, dinâmico e com muita movimentação na área.
Os semifinalistas que avançaram provaram estar preparados para lidar com essa intensidade. Além do poder ofensivo, também demonstraram solidez defensiva — o que não é tarefa fácil quando o adversário dispara 27 chutes por jogo. A combinação entre ataque e defesa bem estruturados é a fórmula que mantém uma seleção viva em uma Copa do Mundo.
Agora, nas semifinais, a expectativa é ainda maior. Se as quartas já tiveram números avassaladores, o que esperar dos confrontos que prometem definir os finalistas? O futebol está cada vez mais emocionante neste torneio.
Fonte: Folha Esporte
