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O Paris Saint-Germain está escrevendo um capítulo completamente diferente de sua história no mercado de transferências. Acostumado a desembolsar cifras astronômicas — basta lembrar das contratações de Neymar e Mbappé, as duas maiores da história do futebol — o clube parisiense agora inverte o jogo e se posiciona como grande vendedor nesta janela europeia.
Após conquistar dois títulos europeus que reforçaram o prestígio institucional, o PSG está prestes a viver seu verão mais lucrativo. As contas apontam para arrecadação próxima a 300 milhões de euros — algo em torno de R$ 1,7 bilhão — movimentando jogadores que não fazem parte dos planos principais do técnico.
A primeira grande venda já saiu do forno: Gonçalo Ramos seguiu para o Milan por 70 milhões de euros. O português, que não conquistou seu espaço no ataque parisiense, encontra na Itália a oportunidade de protagonismo que buscava. Mas a festa está longe de acabar.
O próximo na fila é Lee Kang-in, o meia sul-coreano que chamou atenção de vários gigantes europeus. A negociação com o Atlético de Madrid já está em estágio avançado, com expectativa de fecho em torno de 40 milhões de euros. Apenas esses dois atletas já garantem ao PSG mais de 100 milhões de euros nos cofres.
O movimento estratégico do clube francês revela inteligência administrativa refinada: conseguir arrecadar fortunas sem mexer no núcleo duro do elenco titular. É a fórmula perfeita para equilibrar as contas, renovar o grupo e ainda deixar espaço para possíveis reforços pontuais caso surjam oportunidades no mercado.
Com receitas volumosas provenientes de atletas que não seriam titulares, o PSG demonstra que nem sempre é preciso gastar para vencer. Às vezes, é suficiente vender bem.
Fonte: Trivela
