Foto: Franco Monsalvo / Pexels
A trajetória da Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2026 chegou ao fim de forma prematura e frustrante. Domingo passado, os comandados da CBF caíram nas oitavas de final diante da Noruega por 2 a 1, marcando o terceiro retorno precoce da história moderna do futebol brasileiro em Copas do Mundo – a última vez que isso aconteceu foi em 1990.
O vilão da história, sem dúvida, foi Erling Haaland. O centroavante do Manchester City viveu um espetáculo em campo, marcando os dois gols que classificaram os escandinavos e ampliando seu aproveitamento impressionante no torneio para sete tentos. Mesmo com oportunidades claras para Bruno Guimarães e Endrick, nada conseguiu reverter a superioridade ofensiva do astro norueguês.
A performance de Haaland gerou tanto impacto que já desperta comparações com grandes nomes da história do futebol. Dan Eggen, ex-zagueiro que esteve em campo na vitória norueguesa de 1998, não deixou dúvidas em sua análise: para o lendário defensor, o gigante escandinavo está em um patamar até superior ao do incomparável Ronaldo Fenômeno.
Essa comparação causa certo estranhamento entre torcedores brasileiros, especialmente pela dimensão histórica do Fenômeno. Porém, os números de Haaland nesta Copa do Mundo falam por si: sua eficiência ofensiva e capacidade de decidir partidas grandes comprovam seu potencial devastador.
Com a classificação para as quartas de final, a Noruega segue com esperanças intactas de fazer história em 2026. A seleção europeia mantém vivo também um tabu impressionante contra o Brasil, que não conseguiu romper mesmo em casa e com bons momentos durante a partida.
Para o futebol brasileiro, fica a reflexão amarga sobre uma eliminação que simboliza a dificuldade em converter oportunidades criadas – mal que tem afetado a Seleção nas últimas competições internacionais.
Fonte: Bolavip Brasil
