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Wimbledon é sinônimo de prestígio, elegância e exclusividade. Mas você já parou para pensar em como celebridades, políticos e personalidades conseguem aquele convite de ouro para o famoso camarote real do Centre Court? A BBC Sport revelou alguns bastidores dessa operação que parece tão misteriosa quanto um jogo de tênis em câmera lenta.
O camarote real é o lugar mais cobiçado do torneio inglês. De lá, é possível acompanhar as melhores partidas com uma vista privilegiada, cercado de outras personalidades importantes. Mas a seleção de quem entra não é aleatória nem baseada apenas em fama ou riqueza.
Segundo a análise da BBC Sport, existe um processo estruturado por trás disso. Os organizadores de Wimbledon levam em consideração diversos fatores para estender os convites: conexões com o torneio, relevância internacional, contribuições ao esporte e relacionamento com a monarquia britânica. Sim, a família real tem seu papel nessa história.
Muitos dos convidados possuem ligações históricas com o torneio ou são patrocinadores de longa data. Outros ganham acesso por sua notoriedade global, representando seus respectivos países ou áreas de atuação. Não é simplesmente um “quanto você paga”, mas um jogo estratégico de networking e relevância pública.
O que torna isso particularmente interessante é que Wimbledon mantém certa discrição sobre o processo. Diferente de outros eventos esportivos onde os VIPs são anunciados previamente, o torneio preserva certa mística ao seu redor, o que aumenta ainda mais o desejo de estar lá.
Para os fãs brasileiros de tênis, é uma lição: nem sempre o dinheiro abre todas as portas. Às vezes, história, respeito e conexões valem muito mais. Wimbledon, afinal, não é apenas um torneio de tênis — é uma instituição que preza pela tradição e pelo prestígio.
Fonte: BBC Sport Tennis
